Arvic Group Marketing médico
Para médicos com consultório próprio

você paga para o paciente chegar. e o perde na porta.

Não falta paciente na sua clínica. Falta quem cuide dele entre a mensagem e a cadeira. É esse trecho que a Arvic assume, com uma IA treinada no jeito da sua clínica.

Ver por onde minha agenda vaza

Bate-papo de 20 minutos. Você sai com o desenho do seu atendimento: por onde o paciente entra, onde escapa, e o que ela responderia no seu lugar.

Onde o paciente se perde

Ele escreveu e esperou. A mensagem chegou com a recepção de telefone no ombro e paciente no balcão. Ficou para depois. Depois, ele já tinha marcado em outro lugar.

Marcou e ninguém confirmou. O horário ficou de pé na agenda e vazio na sala. Ninguém lembrou, ninguém ligou, ninguém encaixou outro no lugar.

Consultou e ninguém chamou de volta. O retorno é a consulta mais fácil de marcar. Também é a que mais some quando ninguém puxa a conversa.

Pago para chegar. Perdido na porta. Cada um desses pacientes já tinha custado anúncio, vídeo e site. O custo ficou. O paciente, não.

A situação em que você está

Isso não é uma agenda parada. É uma agenda que custa.

Cada mês assim é um mês de agência, tráfego e salário que não voltou em consulta.

O que vaza

O que você está perdendo.

Antes de ele escrever

Quando a mensagem chega, já está tudo pago.

Você não paga pelo paciente quando ele senta na cadeira. Paga muito antes, e paga por todos: o que marcou, o que sumiu e o que nunca teve resposta.

Responder é a parte mais barata da lista. É nela que você perde todas as outras.

A conta

Quanto você paga para perder paciente.

Faça a conta com os números do seu mês. A diferença entre o que chega e o que senta na cadeira é o que vaza. E o que vaza, você já pagou. Esse número é o ponto de partida do bate-papo.

Cinco perguntas para responder com os números do seu mês: quanto você investe para o paciente chegar, quantos contatos chegam, quantos viram consulta, qual o valor médio de uma consulta e quantos marcam e não aparecem.

Não pode ser maior que o total de contatos.
Não pode ser maior que as consultas marcadas.

A conta roda no seu navegador. Nada do que você digita aqui é enviado ou guardado.

Exemplo de um mês

Conta de exemplo: R$ 8.000 investidos, 120 contatos, 45 consultas marcadas, 10 faltas, consulta a R$ 450. Troque pelos números do seu mês.

Pago por paciente que não sentou na cadeira
R$ 5.667 por mês De cada R$ 100 investidos, R$ 71 foram para quem não sentou.
De cada 100 contatos, sentam na cadeira
29
Contatos que não viraram consulta
75 Cada mensagem que chega custa R$ 67, respondida ou não.
Consultas marcadas que não aconteceram
10 R$ 4.500 que não entraram no mês.
Quanto custa hoje cada paciente na cadeira
R$ 229
Em doze meses, no mesmo ritmo
R$ 122.000 Soma do que foi pago sem virar consulta com o que foi marcado e não aconteceu.

Nem todo contato vira consulta, em clínica nenhuma. Mas cada dez desses que passam a sentar na cadeira são R$ 4.500 a mais no mês. A pergunta do bate-papo é quantos são recuperáveis na sua.

Em qualquer negócio que recebe contato pela internet, quem responde em até uma hora tem quase sete vezes mais chance de avançar com o contato do que quem responde uma hora depois. Na sua clínica, a resposta vem quando a recepção consegue.
Fonte: Harvard Business Review, 2011. Estudo com 2.241 empresas.
Quase uma em cada quatro consultas marcadas não acontece.
Fonte: Health Policy, 2018. Revisão de 105 estudos sobre faltas em agendamentos de saúde, média de 23%.
Por que nada resolveu

Não é culpa da sua secretária. Nem da agência.

Cada um cuidou de uma metade. A agenda é inteira. Ninguém era dono do minuto em que o paciente escreve, nem da véspera da consulta, nem dos 60 dias depois. Esses três momentos decidem se a agenda anda, e ficaram sem dono.

O mecanismo

Circuito Fechado.

Um time só, dono das duas metades da sua agenda. A primeira metade faz o paciente chegar. A segunda faz o paciente ficar. Quando as duas são do mesmo time, medindo o mesmo número, a agenda para de vazar. Esse número é um só: quantos sentaram na cadeira.

Metade 1 · Fazer chegar
  • Marca

    Uma identidade à altura da medicina que você pratica, para o paciente escolher você antes de comparar preço.

  • Redes

    Conteúdo com método, gravado com você, para quem ainda não é paciente conhecer o seu jeito de atender.

  • Vídeo

    Gravação e edição de quem sabe filmar médico, não produto.

  • Site

    A página que transforma quem pesquisou em quem escreveu.

  • Campanha

    Tráfego medido por consulta marcada, não por clique.

Metade 2 · Fazer ficar
  • IA de atendimento treinada na sua clínica

    Dentro do seu CRM, olhando a sua agenda. Responde no minuto, conduz até o horário, confirma na véspera, lembra no dia, volta depois da consulta. É a metade que ninguém te ofereceu, e é o que fecha o circuito.

Como o circuito da sua clínica fica desenhado depende de três coisas: o seu nicho, o seu volume, e onde está vazando hoje. Clínica de emagrecimento vaza no retorno. Cirurgia vaza entre a avaliação e a decisão. Odonto vaza na confirmação. É por isso que o bate-papo começa pelo seu desenho, não por uma apresentação.

A metade que ninguém te ofereceu

Uma IA treinada no atendimento da sua clínica.

Ela não chega com script. Ela é montada a partir de um brief sobre a sua clínica: como a sua recepção fala, o que você atende, o que agenda direto e o que passa por uma pessoa, quais convênios entram, onde está a agenda. A partir daí, ela atende no seu tom, no seu CRM, na sua agenda.

O que ela nunca faz

A medicina continua sendo sua.

Ela não dá orientação clínica. Não opina sobre caso, não fala de conduta, não indica medicamento, não promete resultado. Quando o assunto é clínico, jurídico ou uma reclamação, ela para e passa para uma pessoa da clínica, com a conversa inteira registrada.

Ela não finge ser humana. Se o paciente pergunta, diz que é a IA de atendimento da clínica e que uma pessoa assume quando ele quiser.

Tudo o que ela pode e não pode dizer fica escrito num documento que você aprova antes de ela falar com o primeiro paciente.

Quem faz

Prova, não promessa.

+150

clientes atendidos em todo o Brasil

+30MM

gerenciados em campanhas de aquisição

+5

anos de crescimento no mercado digital

Perguntas que todo médico faz

O que você está pensando agora.

Não quero robô falando com paciente.

Ela atende o minuto em que ninguém pode: a recepção no balcão, o telefone tocando, a fila do convênio. Quando uma pessoa pode assumir, assume, com a conversa pronta.

Já gastei com agência e não funcionou.

A agência trouxe o paciente até a porta. Aqui o assunto é a agenda inteira: quem chega e quem fica, sob o mesmo time. É outra categoria de problema, e é ela que estava comendo o resultado da primeira.

E se ela falar errado?

Ela não dá orientação clínica, não opina sobre caso e não fala de conduta. O que não está no documento aprovado, ela não diz: passa para uma pessoa.

Meu paciente é exigente, não aceita atendimento frio.

Ela fala no tom da sua clínica, com as suas palavras. O brief começa por três mensagens reais da sua recepção.

Já tenho recepção.

Ela não substitui. Ela atende quando a recepção não pode e entrega o paciente já com horário marcado.

E a ética, o CFM?

Ela não faz publicidade de resultado, não usa antes e depois, não promete nada. Só agenda, confirma e lembra. O documento do que ela pode dizer é revisado com a clínica.

Quanto custa?

Depende do desenho do seu circuito: quantas frentes, se já tem CRM, onde está a agenda. É a primeira coisa que a gente vê no bate-papo, com a sua conta na mesa.

Você precisa disso se

Marque o que é seu.

Se mais de uma dessas frases é sua, você não precisa de mais um fornecedor. Precisa de alguém que seja dono da agenda inteira. É o bate-papo.

O bate-papo

Por onde a sua agenda vaza.

Vinte minutos, no WhatsApp ou por vídeo. Você conta como o paciente chega hoje, quem responde o quê e onde está a agenda. A gente desenha o seu atendimento no papel: por onde o paciente entra, onde ele escapa, e o que a IA responderia, no seu tom, para as três últimas mensagens que a sua clínica recebeu.

Você paga para o paciente chegar. Falta alguém na porta.

Três perguntas e três campos. Leva um minuto.

Quem responde o paciente novo quando a recepção está ocupada?

De cada dez pacientes que escrevem, quantos sentam na cadeira?

Quanto você investe por mês para o paciente chegar? agência, tráfego, produção

Abre o seu WhatsApp com as respostas já escritas. Você só confirma o envio. O site não guarda nenhum dado seu.

Prefere ir direto? Chamar no WhatsApp

Ver por onde minha agenda vaza